Biologia e Geologia na Escola

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Posts Tagged ‘Revista Nature’

Supercontinente Amásia deverá formar-se junto ao Pólo Norte

Posted by BG em 10/02/2012

A Terra terá um novo supercontinente dentro de 50 a 200 milhões de anos. Amásia resultará da junção da América e da Ásia junto ao oceano Ártico, estimam geólogos da Universidade de Yale num artigo publicado nesta quinta-feira na revista Nature.

Os atuais continentes do planeta serão empurrados para uma massa de terra única, em redor do Pólo Norte, escrevem os investigadores, que propõem um modelo dos movimentos lentos dos continentes nas próximas dezenas de milhar de anos.
“Primeiro deverão fundir-se as Américas e depois irão migrar para Norte, colidindo com a Europa e a Ásia, mais ou menos onde hoje existe o Pólo Norte”, disse Ross N. Mitchell, geólogo da Universidade de Yale e principal autor do estudo, na revista Nature.

Pode obter o artigo original aqui.

Fonte: Jornal Público

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Descobertos fósseis que podem representar os seres multicelulares mais antigos

Posted by BG em 05/07/2010

Uma equipa de cientistas descobriu um grupo de fósseis com 2,1 mil milhões de anos que podem representar os mais antigos organismos multicelulares de sempre. O estudo foi publicado num artigo da Nature.

A expansão da vida multicelular aconteceu durante a explosão do Câmbrico, há cerca de 550 milhões de anos quando os principais grupos de animais apareceram. Mas o fóssil mais antigo que se conhecia e que pode ser representativo da vida multicelular – um organismo com várias células que se comunicam entre si com funções diferentes – tinha 1,9 mil milhões de anos. Os fósseis descobertos agora, no Gabão, em África são cerca de 200 milhões de anos mais velhos.

“Temos estes macrofósseis que aparecem num mundo que é essencialmente microbiano”, explica Stefan Bengston, um paleontólogo do Museu Sueco de História Natural, em Estocolmo, que é co-autor do estudo. “É um acontecimento importante, porque quando finalmente existem organismos grandes, há uma mudança na forma como a biosfera funciona, já que [estes organismos] interagem entre eles e com os micróbios”, explicou citado na Nature.

Fonte: Público On-Line

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Dinossaurios Tinham Penas Laranja, Pretas e Brancas

Posted by BG em 28/01/2010

O.K., os dinossaurios tinham penas, pelo menos alguns deles, e eram mesmo aparentados com as aves. E de que cor eram as penas deles? Ninguém sabia de que cores se pintavam estes bichos, mas agora fósseis descobertos na China revelam pela primeira vez os padrões do casaco de penas de duas espécies.

O terópode “Sinosauropteryx”, um pequeno dinossaurio bípede que vivia há cerca de 125 milhões de anos, tinha anéis alternados de laranja e branco, até à cauda, e a ave primitiva “Confuciusornis” tinha manchqas de branco, vermelho e castanho alaranjado ao longo do corpo. Os cientistas, que relatam esta descoberta na revista “Nature”, chegaram a estas conclusões estudando dois tipos de melanosomas, organelos de cor que estão no interior da estrutura das penas e do cabelo nas modernas aves e mamíferos, e são responsáveis pelos tons de negro, cinzento e as várias paletas de laranja e castanho.

Estas melanosomas foram descobertos em penas de numerosos fósseis de aves e dinossauros encontrados na China – onde se encontram jazidas preservadas em excelentes condições e se fizeram descobertas muito importantes para ajudar a compreender a história dos dinossaurios.

Fonte: Jornal Público

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Cancro da Mama

Posted by BG em 08/10/2009

Cientista português desvenda genoma de um cancro da mama metastático 

CancroO título do comunicado sobre a descoberta anuncia: “Livro secreto de um cancro da mama lido pela primeira vez”. Possivelmente, esta será a forma mais simples e correcta de explicar o que a equipa liderada pelo cientista português Samuel Aparício conseguiu fazer.
A equipa do BC Cancer Agency, no Canadá, recorreu às mais recentes tecnologias de sequenciação para tentar perceber qual a evolução genómica de um cancro da mama. Mais do que isso, a leitura do livro do cancro da mama fez com que se percebesse que nem todas as células de um tumor tem as mesmas mutações (ou erros), ou seja, o tumor primário é heterogéneo. Uma conclusão importante para a definição de terapias mais eficazes, no futuro.

Fonte: Jornal Público

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