Biologia e Geologia na Escola

Blog de apoio e complemento às aulas de Ciências Naturais – Biologia e Geologia

Posts Tagged ‘Terra’

A mãe da Lua é a Terra

Posted by BG em 20/10/2012

A Terra é mesmo mãe da Lua, pelo menos é o que confirmam três artigos acabados de publicar. Até agora, a teoria mais consensual sobre a origem da Lua diz que ela resultou de uma colisão com a Terra, mas os novos estudos, além de corroborarem esse nascimento violento, levantam dúvidas sobre a paternidade do nosso satélite natural.

Na década de 1970, surgiu a hipótese do Big Splash, segundo a qual a Lua é filha da Terra e de Teia, um corpo do tamanho de Marte que teria chocado com o nosso planeta pouco depois da sua formação, há 4500 milhões de anos.

Os destroços dessa colisão criaram um anel à volta da Terra, que, depois de amontoados, originaram a Lua. Esta hipótese foi reforçada na década de 1980 por simulações em computador, que sugeririam que a Lua seria composta principalmente por materiais diferentes dos da Terra.

Ou seja, a Lua era filha da Terra, mas tinha herdado do “pai” a maioria dos materiais. Só que as análises à composição da Lua – uma espécie de teste de paternidade – não coincidiam com aqueles resultados e indicavam que a Lua era quase igual à Terra.

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Cientistas sugerem que ouro da Terra veio do espaço

Posted by BG em 09/04/2012

Investigadores da Universidade de Bristol sugerem que as reservas de ouro e outros metais preciosos presentes na Terra são o resultado do bombardeamento de meteoritos. Esta investigação foi publicada na revista Nature.

Durante a formação do nosso planeta o ferro afundou-se para o seu interior originando o núcleo terrestre. Com o ferro foram arrastados a maioria dos metais preciosos da Terra como o ouro e a platina. Os metais preciosos presentes no núcleo davam para cobrir toda a superfície terrestre com uma camada de 4 metros de espessura.

Apesar deste fenómeno, muitos destes metais são surpreendentemente abundantes em partes acessíveis do planeta. Uma teoria avança que os metais preciosos foram transportados para a Terra através de um fluxo de meteoritos que atingiu o planeta após a formação do núcleo.

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Encontrado na Terra o último dos 3 minerais que foram identificados inicialmente nas rochas lunares

Posted by BG em 04/01/2012

A tranquillityite, que ocorre em quantidades muito pequenas e não tem qualquer valor económico, foi encontrada em 6 locais muito distantes entre si na parte Ocidental da Austrália, o que sugere que pode ser mais comum do que se pensa, e a sua descoberta é importante na medida em que pode ser muito útil na datação das rochas.

Cientistas australianos publicaram recentemente na revista Geology um artigo em que dão a conhecer uma descoberta que pode ser muito útil no campo da Geologia.

A equipa de investigadores da Universidade de Curtin, em Bentley descobriu em rochas terrestres o mineral tranquillityite, que apenas tinha sido encontrado, até à data em rochas originárias da Lua, e que pode ser usado para a datação dos agregados de minerais.

A tranquillityite, em alusão ao Mar da Tranquilidade (Sea of Tranquility, em inglês) lunar, é um dos três minerais que foram descobertos inicialmente em rochas que foram recolhidas na Lua no âmbito da missão Apollo 11, em 1969.

Os restantes dois minerais – armacolite e pyroxferroite (em inglês) – foram detetados em rochas terrestres no espaço de uma década após o regresso à Terra dos astronautas da Apollo 11, mas a tranquillityite permanecia por ser descoberta no nosso planeta, o que aconteceu agora.

Com efeito Birger Rasmussen e os colegas, encontraram em rochas ígneas provenientes de seis locais no Estado da Austrália Ocidental, o último dos minerais lunares, que tem uma cor vermelho-acastanhada e é composto por ferro, silício, zircónio e titânio, incluindo ainda vestígios de elementos raros.

O facto de ter sido encontrado em zonas razoavelmente distantes entre si leva os autores da descoberta a sugerir que a tranquillityite deve ser mais comum do que se pensa apresentando várias explicações para o facto de não ter sido encontrada na Terra até agora.

Os investigadores sugerem que o mineral pode ter passado despercebido porque os fragmentos são muito pequenos, de tamanho inferior à espessura do cabelo humano mais grosso, devido à elevada probabilidade de as rochas terrestres terem sido transformadas quer química quer fisicamente, o que teria levado à transformação da tranquillityite noutros minerais, ou ainda, que os fragmentos do mineral podem ter sido erradamente identificados como rútilo, um mineral de cor semelhante e muito comum nas rochas ígneas.

Aceda ao resumo do artigo científico aqui.

Fonte: Naturlink

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Kepler 22-b, um candidato a “gémeo” da Terra

Posted by BG em 09/12/2011

A missão Kepler da NASA confirmou a descoberta de um planeta semelhante à Terra na zona habitável de um sistema solar a 600 anos-luz de distância, em redor de uma estrela idêntica ao Sol. Chama-se Kepler 22-b.

Não se sabe se é feito de rocha, gás ou líquido, mas sabe-se que tem uma temperatura à superfície que ronda os 22 graus Celsius. Já havia indicações sobre a sua existência, que agora foi confirmada pelos cientistas da missão Kepler da agência espacial norte-americana NASA. O Kepler 22-b é 2,4 vezes maior do que a Terra e é, até agora, o mais parecido com o Planeta Azul.

O planeta foi detetado pela primeira vez em 2009, mas só agora a NASA pôde confirmar a descoberta. Isto significa que já foi visto passar três vezes diante da sua estrela. Fica na chamada zona habitável daquele sistema solar, o que significa que pode ter condições adequadas à existência de vida. Ou seja, as suas características e a distância em relação à estrela permitem pensar na existência de água em estado líquido e de uma atmosfera que poderá ser compatível com a vida.

Fonte: Jornal Público

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Sol destruiu cometa que ia aniquilar a Terra

Posted by BG em 30/10/2011

O cometa que originou inúmeros rumores sobre o fim apocalíptico da Terra destruiu-se, informou a NASA. O Elenin foi descoberto em 2010, tinha entre 3 e 5 quilómetros de diâmetro e era apontado como a futura causa do fim do mundo.

O Elenin foi descoberto, em dezembro de 2010, por Leonid Elenin, um observador de Lyubertsy, na Rússia.

Desde que foi descoberto, o cometa começou a ser apontado como a causa futura do fim do mundo. Várias teorias afirmavam que o corpo celeste iria tapar o sol ou iria cair na Terra.

A NASA já tinha tentado acalmar as populações, ao emitir um comunicado a afirmar que o cometa já tinha atingido a proximidade máxima do planeta e que estava muito longe.

Agora, a Agência Espacial norte-americana acabou com os rumores ao anunciar que o Elenin ou C/2010 X1 tinha sido completamente destruído, com a aproximação do Sol.

O cometa partiu-se em pequenos pedaços que não devem cruzar-se com a Terra, nos próximos 12 mil anos.

Fonte: TVNet

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Uma tempestade solar poderá atingir o campo magnético da Terra

Posted by BG em 09/09/2011

Uma ativa mancha solar entrou em erupção na noite de terça-feira produzindo uma tempestade solar da classe X (a mais intensa) libertando um filamento de material em direção à Terra, segundo informou a NASA, que alertou que esta nuvem poderá atingir o campo magnético do nosso planeta.

O Observatório Solar e Héliosférico (SOHO, na sua sigla em inglês) detetou uma ejeção de material da coroa solar que emergiu do lugar da explosão e que se dirige em direção ao sul da linha Sol-Terra. A tempestade produziu-se às 21h12 (hora de Portugal continental) de terça-feira e alcançou o seu pico de força 8 minutos mais tarde.

As ejeções são enormes nuvens de plasma solar que viajam no espaço, podendo alcançar os 5.000.000 quilómetros por hora. Se estas nuvens chegarem à Terra podem provocar alterações nos sinais de GPS, nas comunicações de rádio e redes de energia, segundo alertou a NASA. Este fenómeno ocorreu 24 horas depois de outra tempestade solar, que ocorreu às 00h50 horas (hora local) da passada segunda-feira e que alcançou uma menor intensidade de explosão.

Fonte: Naturlink

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A Lua tem tanta água no seu interior como a Terra

Posted by BG em 01/06/2011

As rochas extraídas da Lua pelos astronautas da missão Apollo 17 em 1972 ocultavam um segredo: apesar da sua aparência árida, o interior do manto lunar tem tanta quantidade de água como a Terra.

O cientista argentino Alberto Saal, professor associado da Universidade de Brown (EUA) e a sua equipa anunciaram, em 2008 na revista científica Nature, que a Lua ocultava água no seu interior, mas como tinha sido detectada uma quantidade muito escassa de água, muitas vozes críticas se levantaram nessa altura. Agora, foram publicadas novas análises na “Science” que confirmam não só a presença de água, como também mostram que o magma lunar contém 100 vezes mais quantidade de água do que aquilo que eles pensavam.

Fonte: Naturlink

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Núcleo da Terra gira mais devagar do que se pensava

Posted by BG em 20/02/2011

Um grupo de geofísicos descobriu que o núcleo da Terra roda muito mais devagar do que se pensava afetando o nosso campo magnético, segundo um artigo publicado hoje na revista Nature Geoscience.

Desenvolvido pelo Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Cambridge, o estudo refere que o núcleo da Terra gira muito mais lentamente do que se pensava e que na realidade a velocidade de rotação diminui um grau a cada milhão de anos.

“Descobrimos que a velocidade de rotação provém da evolução da estrutura hemisférica e assim demonstramos que os hemisférios e a rotação são compatíveis”, explicou Lauren Waszek, autor do estudo.

Fonte: Lusa

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Estudo da Composição da Lua

Posted by BG em 11/10/2009

Sonda e foguetão chocaram contra a Lua, mas sem o fogo-de-artifício esperado 

LuaDevia ter sido um grande espectáculo ao romper da aurora, pelo menos na costa oriental dos Estados Unidos, e retransmitido para todo o mundo, através da NASA TV, na Internet. Mas afinal ficou tudo mais ou menos às escuras: os planos de lançar o motor gasto de um foguetão e a própria sonda LCROSS contra uma cratera lunar, para estudar sobretudo as moléculas de água que existiriam na (esperada) grande pluma de materiais que se elevaria no ar, caíram por terra. Não houve muito para ver.

O motor do foguetão Centauro, que pesava duas toneladas mesmo vazio, e a LCROSS (sigla em inglês Satélite de Observação e Estudo das Crateras Lunares) deviam ter feito um buraco com 30 metros de largura numa cratera do Pólo Sul lunar, que está permanente às escuras – e, por isso, é um dos lugares onde é mais possível que se encontre água congelada. O impacto devia ter feito levantar nos ares mais de 200 toneladas de material, estimavam os cientistas.

Os cientistas esperavam ver a pluma de materiais ejectados em telescópios a partir da Terra, e muitos astrónomos amadores tinham para lá voltado as suas lentes. Mas, afinal, o espectáculo foi muito pouco impressionante.

Fonte: Jornal Público

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