Apresenta-se em anexo duas fichas informativas relativas ao tema “Processos e materiais geológicos importantes em ambientes terrestres” de 11º ano de escolaridade.
Estas fichas informativas são referentes:
- Síntese sobre a propriedade dos minerais;
- Classificação das rochas sedimentares.
Para conseguir abrir o ficheiro é necessária uma password. Esta terá de ser solicitada ao professor da disciplina de Biologia e Geologia.
Está para chegar mais uma obra-prima do mestre Tim Burton. Conta, nos principais papeis, com Johnny Depp, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter e Crispin Glover.
O.K., os dinossaurios tinham penas, pelo menos alguns deles, e eram mesmo aparentados com as aves. E de que cor eram as penas deles? Ninguém sabia de que cores se pintavam estes bichos, mas agora fósseis descobertos na China revelam pela primeira vez os padrões do casaco de penas de duas espécies.
O terópode “Sinosauropteryx”, um pequeno dinossaurio bípede que vivia há cerca de 125 milhões de anos, tinha anéis alternados de laranja e branco, até à cauda, e a ave primitiva “Confuciusornis” tinha manchqas de branco, vermelho e castanho alaranjado ao longo do corpo. Os cientistas, que relatam esta descoberta na revista “Nature”, chegaram a estas conclusões estudando dois tipos de melanosomas, organelos de cor que estão no interior da estrutura das penas e do cabelo nas modernas aves e mamíferos, e são responsáveis pelos tons de negro, cinzento e as várias paletas de laranja e castanho.
Estas melanosomas foram descobertos em penas de numerosos fósseis de aves e dinossauros encontrados na China – onde se encontram jazidas preservadas em excelentes condições e se fizeram descobertas muito importantes para ajudar a compreender a história dos dinossaurios.
Apresenta-se em anexo fichas de trabalho e fichas informativas relativas ao tema “Ocupação Antrópica e os Problemas de Ordenamento” de 11º ano de escolaridade.
Para conseguir abrir o ficheiro é necessária uma password. Esta terá de ser solicitada ao professor da disciplina de Biologia e Geologia.
Faz lembrar a medicina mágica do Star Trek, mas é bem real: uma equipa internacional, com cientistas portugueses, desenvolveu um método para fazer o retrato genético completo das bactérias Staphylococcus aureus resistentes à meticilina (as temidas bactérias resistentes a múltiplos antibióticos, contraídas em meio hospitalar, conhecidas pela sigla MRSA).
Consegue-se identificar não só a história da epidemia, os saltos que as bactérias deram entre continentes, como a viagem que fazem de pessoa para pessoa, de enfermaria para enfermaria.
O trabalho é relatado hoje, na revista Science, e tem na verdade duas partes. Uma tem por base a biblioteca de amostras de MRSA do Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB), em Oeiras, explicam Hermínia de Lencastre e Susana Gardete, co-autoras do estudo, a partir de Nova Iorque, da Universidade Rockefeller, a sua outra filiação.